{"id":50312,"date":"2026-10-28T11:25:10","date_gmt":"2026-10-28T14:25:10","guid":{"rendered":"https:\/\/colunadahora.com.br\/?p=50312"},"modified":"2026-10-28T11:32:51","modified_gmt":"2026-10-28T14:32:51","slug":"coluna-da-hora-jornalista-geri-anderson-pedagio-na-br-364-cobranca-avanca-mas-a-seguranca-e-a-duplicacao-continuam-sendo-uma-divida-com-rondonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/colunadahora.com.br\/?p=50312","title":{"rendered":"COLUNA DA HORA, JORNALISTA G\u00c9RI ANDERSON &#8211; Ped\u00e1gio na BR-364: cobran\u00e7a avan\u00e7a, mas a seguran\u00e7a e a duplica\u00e7\u00e3o continuam sendo uma d\u00edvida com Rond\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\" data-pm-slice=\"1 1 []\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-50324\" src=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"317\" height=\"238\" srcset=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364-300x225.jpg 300w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364-768x575.jpg 768w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364-195x146.jpg 195w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364-600x449.jpg 600w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 317px) 100vw, 317px\" \/>\u00a0<img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-50323\" src=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B-300x200.png\" alt=\"\" width=\"346\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B-300x200.png 300w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B-768x512.png 768w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B-219x146.png 219w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B-600x400.png 600w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/364B.png 900w\" sizes=\"(max-width: 346px) 100vw, 346px\" \/><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o de Rond\u00f4nia paga cada vez mais para trafegar pela BR-364, mas continua enfrentando um dos maiores problemas da principal rodovia do estado: a inseguran\u00e7a. Entre Porto Velho e Vilhena, motoristas, caminhoneiros, trabalhadores e fam\u00edlias seguem expostos aos riscos de uma estrada que exige investimentos urgentes em infraestrutura, preven\u00e7\u00e3o de acidentes e duplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A instala\u00e7\u00e3o das cancelas de cobran\u00e7a, por si s\u00f3, n\u00e3o resolve os problemas hist\u00f3ricos da rodovia. O ped\u00e1gio foi apresentado dentro de uma proposta de concess\u00e3o que deveria trazer melhorias e mais seguran\u00e7a aos usu\u00e1rios. Entretanto, para quem percorre diariamente o trecho, a pergunta \u00e9 inevit\u00e1vel: onde est\u00e3o as contrapartidas capazes de justificar a cobran\u00e7a?<\/p>\n<p><strong>Pagar ped\u00e1gio n\u00e3o pode significar apenas desembolsar dinheiro para continuar enfrentando os mesmos perigos.<\/strong> Sem a duplica\u00e7\u00e3o dos trechos necess\u00e1rios, interven\u00e7\u00f5es eficazes e medidas concretas de preven\u00e7\u00e3o, a popula\u00e7\u00e3o permanece sujeita a colis\u00f5es, ultrapassagens arriscadas e acidentes de consequ\u00eancias graves, inclusive fatais.<\/p>\n<p>A Nova 364, concession\u00e1ria respons\u00e1vel pela administra\u00e7\u00e3o da rodovia, precisa apresentar respostas claras e demonstrar, com dados e resultados, quais melhorias foram efetivamente entregues, quais medidas est\u00e3o em andamento e quais s\u00e3o os prazos para as obras previstas. A cobran\u00e7a exige responsabilidade, transpar\u00eancia e servi\u00e7os compat\u00edveis com as obriga\u00e7\u00f5es assumidas.<\/p>\n<p>Outro impacto que preocupa \u00e9 o custo para a economia rondoniense. A BR-364 \u00e9 essencial para o transporte de alimentos, combust\u00edveis, medicamentos, insumos agr\u00edcolas e mercadorias em geral. Os custos adicionais do transporte podem pressionar os pre\u00e7os e acabar repassados ao consumidor, que j\u00e1 enfrenta despesas elevadas para manter o or\u00e7amento familiar. \u00c9 necess\u00e1rio, portanto, acompanhar os efeitos da concess\u00e3o sobre o frete e o custo de vida, sem atribuir automaticamente toda alta de pre\u00e7os ao ped\u00e1gio.<\/p>\n<p>Rond\u00f4nia n\u00e3o pode aceitar que a privatiza\u00e7\u00e3o seja tratada como solu\u00e7\u00e3o por si s\u00f3. Uma concess\u00e3o s\u00f3 se justifica quando entrega melhorias concretas, seguran\u00e7a vi\u00e1ria e benef\u00edcios proporcionais ao que \u00e9 cobrado. Se a arrecada\u00e7\u00e3o avan\u00e7a enquanto os riscos permanecem, \u00e9 leg\u00edtimo cobrar fiscaliza\u00e7\u00e3o rigorosa dos \u00f3rg\u00e3os competentes e provid\u00eancias imediatas da concession\u00e1ria.<\/p>\n<p>A BR-364 n\u00e3o \u00e9 apenas uma estrada, \u00e9 uma art\u00e9ria econ\u00f4mica e social de Rond\u00f4nia. Cada acidente fatal representa uma trag\u00e9dia humana que exige preven\u00e7\u00e3o, responsabilidade e a\u00e7\u00e3o. A popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o quer promessas intermin\u00e1veis nem justificativas burocr\u00e1ticas. Quer uma rodovia mais segura, obras realizadas e respeito a quem paga para utiliz\u00e1-la.<\/p>\n<p><strong>A cobran\u00e7a j\u00e1 chegou. Agora, \u00e9 hora de a seguran\u00e7a e as melhorias chegarem tamb\u00e9m.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>***<\/strong>Segundo a ANTT, a cobran\u00e7a eletr\u00f4nica come\u00e7ou em 12 de janeiro de 2026 e o contrato prev\u00ea 107,5 quil\u00f4metros de duplica\u00e7\u00e3o ao longo dos 686,7 quil\u00f4metros concedidos. Um levantamento publicado na Imprensa em setembro de 2026 apontou 895 acidentes e 53 mortes nos primeiros sete meses do ano, n\u00fameros que refor\u00e7am a necessidade de fiscaliza\u00e7\u00e3o e de divulga\u00e7\u00e3o de dados oficiais compar\u00e1veis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>G\u00e9ri Anderson, editor do Coluna da Hora.<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-50319\" src=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-273x300.png\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-273x300.png 273w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-931x1024.png 931w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-768x844.png 768w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-133x146.png 133w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4-600x660.png 600w, https:\/\/colunadahora.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/EU-COLOR-4.png 1196w\" sizes=\"(max-width: 273px) 100vw, 273px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 &nbsp; A popula\u00e7\u00e3o de Rond\u00f4nia paga cada vez mais para trafegar pela BR-364, mas continua enfrentando um dos maiores problemas da principal rodovia do estado: a inseguran\u00e7a. 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