A candidata ao Senado contestou, na justiça, publicação que atribuía a ela a intenção de defender religiões de matriz africana; registro de evento realizado na Câmara dos Deputados, porém, mostra declaração real feita quando deputada pelo PDT.
Silvia exigiu a retirada da postagem e o juiz plantonista acolheu parcialmente o pedido e determinou a remoção do conteúdo. A decisão destacou que o PL 4.791/2020 faz referência à religião no contexto da discriminação por “raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, o que significa uma defesa das religiões de matriz africana tais como, umbanda, candomblé ou terreiro”.
Silvia exigiu a retirada da postagem e o juiz plantonista acolheu parcialmente o pedido e determinou a remoção da postagem. A decisão destacou que o PL 4.791/2020 que defende as “religiões de matriz africana”, “umbanda”, “candomblé” ou “terreiro”.
A própria Câmara dos Deputados confirma que Silvia Cristina figura entre os autores do PL 4.791/2020. A proposição prevê, entre outros pontos, alterações na legislação relacionadas a crimes de ódio racial e discriminação, incluindo referências gerais a discriminação religiosa.