PORTAL COLUNADAHORA.COM.BR – A FOTO SOMBRIA DIANTE DE UMA MORTE TRÁGICA QUE ANTECEDEU A MANOBRA DO STF E COLOCOU LULA DE VOLTA AO PODER

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Lado a lado diante do caixão de Teori Zavascki, a foto de Michel Temer e Alexandre de Moraes permanece gravada como o registro mais perturbador da história política recente. A cena do velório marcou o exato instante em que os rumos da República mudaram de mãos: a estranha queda do avião que matou Teori Zavascki paralisou as investigações letais da Lava Jato, que estava prestes a homologar a delação que poderia condenar toda a cúpula do PT, e sua morte abriu a vaga herdada por Moraes, desencadeando uma sequência de coincidências sombrias.

Anos depois, as engrenagens desse arranjo ficaram expostas sem qualquer pudor. A atuação de Alexandre de Moraes no TSE, pautada por censura a denúncias de corrupção e perseguição à oposição, pavimentou o caminho eleitoral da esquerda. Mas o golpe de misericórdia na narrativa da “vontade popular” veio da própria boca da cúpula do Judiciário.

Em declaração pública durante um evento internacional, o ministro Gilmar Mendes confessou abertamente e sem rodeios: “Se hoje nós temos a eleição do presidente Lula, isso se deveu a uma decisão do Supremo Tribunal Federal”.
A admissão escancara o que a população brasileira já presenciava: Lula não chegou ao Planalto pelo voto soberano, mas por uma engenharia jurídica gestada nos gabinetes de Brasília. Da tragédia conveniente que silenciou Teori às canetadas de exceção no tribunal eleitoral, a queda do relator da Lava Jato abriu caminho para a consolidação do escudo que libertou, elegeu e sustenta o petismo no poder.
E agora, culminamos nos tempos sombrios atuais, onde estourou a crise no STF, que teve suas vísceras expostas para todo o Brasil ver: um grupo de ministros, entre eles Alexandre de Moraes, citado no maior escândalo de corrupção da história do país, enquanto a própria Corte se mobiliza para blindar seu integrante a qualquer custo — porque se ele cair, todos caem. Contudo, já demonstraram que farão de tudo para permanecer no poder, nem que, para isso, custe a ruína da própria democracia.

FONTE: MIDIALIZE / COLUNA DA HORA

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