
Os números divulgados pela pesquisa Quaest apenas confirmam o desastre de uma gestão que perdeu o fôlego e a capacidade de dialogar com a população real. Acumulando cinco meses consecutivos estagnado na casa dos 40%, Lula demonstra claramente que bateu em seu teto eleitoral e não consegue avançar, mesmo lançando mão do seu tradicional malabarismo retórico para maquiar os péssimos resultados econômicos e a falta de rumo do país.
O ponto cego da bolha governista torna-se ainda mais evidente quando se observa que 54% do eleitorado declara espontaneamente não saber em quem votar a esta altura da disputa.
Com uma taxa de rejeição que já supera os 45%, a liderança de fachada do atual mandatário se sustenta em uma base volátil e cada vez mais enfraquecida, revelando o esgotamento precoce de uma agenda política arcaica que não atende às demandas do Brasil moderno.
À medida que os demais concorrentes passam a ocupar o debate público e a apresentar alternativas viáveis, a tendência é que essa ampla maioria de eleitores indecisos finalmente descarte um modelo baseado na maquiagem de dados e no populismo ultrapassado.
Fonte: COLUNA DA HORA / Revista Veja