COLUNA DA HORA – USUÁRIOS DO TRANSPORTE COLETIVO PAGAM POUCO, MAS ESPERAM MUITO ATÉ O ÔNIBUS PASSAR; PREFEITURA PAGA SUBSÍDIO DE 6 MILHÕES DO DINHEIRO DO CONTRIBUINTE PARA EMPRESA QUE PRESTA O SERVIÇO

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COMPLEXIDADE

A questão do transporte coletivo em Porto Velho é complexa: embora a cidade possua a tarifa de ônibus mais barata entre as capitais do Brasil, a população enfrenta longos tempos de espera e problemas estruturais no serviço, como superlotação e pontos precários. A Prefeitura paga subsídio de R$ 5.995.482,89, não deve ser dificultoso ampliar a frota na rua diante desse alto valor mensalmente na conta da empresa JTP Transportes, a prestadora do serviço. O prefeito Léo postou vídeo nas redes sociais e mentiu quando disse que não teria custo extra com a redução da tarifa. Mas como não, se antes o valor não chegava a 5 milhões? Porque ele mentiu? Estranho, né?

PENSANDO AQUI COM MEU CHAPÉU

Talvez seja porque em março ele ainda tava com aquela ideia de que iria cortar os gastos da prefeitura e também tem o lance de que na época ele também tava fazendo tudo para dizer que a outra gestão não prestava e deixava de fazer muita coisa por falta de vontade, etc, e que ele iria transformar Porto Velho. Realmente ele transformou e está transformando cada vez mais Porto Velho na cidade quer mais gasta com festa, com altos salários, diárias, viagens e jetons. A tropa dele que o diga: É só sorriso no rosto e chute em quem enxerga problema na gestão, principalmente pelas redes sociais. Mas, enfim, vamos voltar para o transporte público.

TARIFA ACESSÍVEL, ÔNIBUS NEM TANTO 

O prefeito Léo Moraes negociou e implementou uma redução significativa na tarifa, que passou a custar apenas três reais desde de março deste ano, dando status de uma das mais baratas do país. Essa medida visou aliviar o orçamento dos cidadãos e incentivar o uso do transporte público, resultando em um aumento na quantidade de usuários e aumentando o valor subsidiário que a Prefeitura de Porto Velho paga. Antes o valor não chegava nem a 5 milhões mensais, mas havia muito mais veículos nas ruas e os portovelhenses não esperavam mais que 30 minutos até o “busão” passar. 

 

RECLAMAÇÕES

Apesar do preço baixo, os usuários relatam insatisfação com a qualidade do serviço. Os principais problemas incluem longos tempos de espera, os passageiros chegam a esperar mais de duas horas em alguns pontos. Moradores de localidades urbanas mais afastadas como o Bairro Novo, Ulisses Guimarães, São Francisco, Nova Esperança, Caladinho, entre outros das zonas sul, leste e norte da cidade ficam até 2 horas à espera do veículo de transporte coletivo. Existem casos de moradores do bairro Embratel, que fica na região central e mesmo assim esperam até 2 horas para poder subir no ônibus. Outra situação que causa desconforto aos usuários é a infraestrutura precária. Há reclamações sobre a falta de paradas de ônibus em vários locais, e as que existem, muitas vezes, não possuem estrutura adequada.

SUPERLOTAÇÃO E FALTA DE SEGURANÇA

 Ônibus lotados e falta de segurança nos pontos de espera também são motivos de queixa. Para tentar mitigar o problema do tempo de espera, a Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (SEMTRAN) disponibiliza o aplicativo CittaMobi, que permite aos usuários acompanharem a localização dos ônibus e a previsão de chegada em tempo real. 

AVALIE O SERVIÇO

Os cidadãos podem avaliar o serviço prestado e contribuir com a melhora da mobilidade urbana através de pesquisas de opinião disponibilizadas pela Prefeitura de Porto Velho, no portal oficial.
COLUNA DA HORA – JORNALISTA GÉRI ANDERSON

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